quinta-feira, 25 de novembro de 2010

segunda-feira, 10 de maio de 2010

de um certo modo

nos temos medo, medo de nos entregar, de demonstrar sentimentos, de ser verdadeiro e se doar cem por cento, em algum momento da vida no auge da nossa ingenuidade arcaica nos vemos e idealizamos uma vida sintética e sem um pingo de verdade, achamos que tudo é real quando não passa de uma indecente ilusão … a gente acaba se entregando para quem não deve, acaba se abrindo para quem não merece e como um supetão o golpe de realidade nos atinge como um baque, é difícil acreditar … quando vc idealizou que aquela pessoa com quem você compartilhava sua vida e seus momentos era verdadeira, mas tudo não passou de uma farsa, revestida de interesses e intenções obscuras, mas que para aquele indivíduo estavam claras desde o começo … com o passar do tempo de tanto nos enganar, acabamos vestindo um véu que nos oculta, oculta daquela fantasia, ao qual não queremos mais vivenciar ! a verdade é que … de tanto apanhar, a gente acaba tentando se defender, não diria que da melhor forma … mas da forma mais instintiva que poderia ser! se escondendo dos sonhos e não acreditando mais neles … por que? a realidade é mais dura … e não choca tanto.

o meu sonho que foi roubado …

na minha cabeça, na minha cabeça, na minha fantasia, na minha mente, na minha ilusão, tudo era diferente … tudo era como eu sempre aprendi a ver nos cinemas, tudo era perfeito, uma perfeição intocável, impenetrável, uma perfeição tão perfeita que até os defeitos vinham com um certo tom de coisa certa … mas tudo muda quando é realidade né, tudo é diferente, tudo sai pelo avesso … o meu avesso me deixa descontente, não me deixa nem um pouco alegre, meu avesso é disfuncional .. me deprime e não me anima, meu avesso é tudo aquilo que eu não queria, meu avesso … é você, eu gosto de você, mas não gosto do seu eu, o seu eu é o meu avesso, e o meu avesso é a causa da minha noite de insônia e dores de cabeça constantes.

vazio

algo … algo … algo … algo … algo … algo .. algo . algo … ainda não sei o que, ou quem, ou quando, ou por que . . . mas sempre é algo. não sei se me faz bem, mal ou causa indisposição. acontece que hoje esvaziei tudo .. parei de pensar, parei de sentir, parei de prestar atenção, não parei para ninguém, parei para mim … parei o meu eu! acontece que foi tão bom, acho que deveria parar mais vezes.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

o tempo

passa tão rápido que é dificil da gente perceber, ele se vai e quando a gente percebe, escapou pelas mãos, pena não ser palpável e nem controlável ... a gente apenas deixa-se levar e acaba sendo levado! será que o tempo vai trazer benefícios? só ele dirá.

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Passei toda a noite, sem dormir, vendo, sem espaço, a figura dele,
E vendo-o sempre de maneiras diferentes do que o encontro a ele.
Faço pensamentos com a recordação do que ele é quando me fala,
E em cada pensamento ele varia de acordo com a sua semelhança.
Amar é pensar.
E eu quase que me esqueço de sentir só de pensar nele.
Não sei bem o que quero, mesmo dele, e eu não penso senão nele.
Tenho uma grande distração animada.
Quando desejo encontrá-lo
Quase que prefiro não o encontrar, Para não ter que o deixar depois.
Não sei bem o que quero, nem quero saber o que quero.
Quero só Pensar nele.Não peço nada a ninguém, nem a ele, senão pensar.

domingo, 12 de agosto de 2007

a história das nossas vidas

você se lembra da sua memória recente? da sua história que não foi criada? da sua vida que não foi vivida? pois bem, não se lembra?! que tal escrevermos juntos o que não foi vivido e vivermos juntos o que não foi escrito? a vida é mais que uma novela com roteiros, é um cenário de puro improviso, vamos nessa improvisar e ir além do respirar.